Estatísticas de vendas B2B e do atacado no Brasil (2026)
Tamanho do setor, canais de venda, e-commerce B2B, representantes e tecnologia,
com a fonte, o ano e o recorte de cada número
O atacado é o maior segmento do comércio brasileiro: respondeu por 48,7% da receita operacional líquida das empresas comerciais em 2024, segundo a Pesquisa Anual de Comércio do IBGE, publicada em 2026. Esta página reúne as estatísticas de vendas B2B e do atacado no Brasil, cada uma com fonte primária, ano e recorte, prontas para citar.
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Por Fábio Xavier, fundador da Uplaces · Publicado em 30/10/2026 · Atualizado em 30/10/2026
Resumo: os oito números mais citados do atacado e das vendas B2B
Atualizado em 30/10/2026. Revisamos esta página sempre que a ABAD, o IBGE, o Sebrae ou o Cetic.br publicam uma edição nova das pesquisas citadas. Cada número aparece como a fonte publicou, com o recorte de quem foi pesquisado.
- 616,6 bilhões de reais foi o faturamento do atacado distribuidor em 2025, alta real de 11% sobre 2024 (Ranking ABAD/NielsenIQ 2026).
- 56% do mercado mercearil brasileiro passou pelo atacado distribuidor em 2025, contra 53,7% em 2024 (ABAD/NielsenIQ, 2026).
- 27% do faturamento do atacado distribuidor veio de representantes comerciais em 2025, e 39% nos modelos com entrega (ABAD/NielsenIQ, 2026).
- 48,7% da receita operacional líquida do comércio brasileiro veio do atacado em 2024 (IBGE, PAC 2024, publicada em 2026).
- 2,0 milhões de pessoas trabalhavam no comércio por atacado em 2024, com salário médio de 2,8 salários mínimos, o maior do comércio (IBGE, PAC 2024).
- 82% dos MEI e das micro e pequenas empresas usam o WhatsApp para vender (Sebrae, Pulso dos Pequenos Negócios, 2026).
- 84% das indústrias que venderam pela internet usaram mensagens de WhatsApp ou chat para isso (Cetic.br, TIC Empresas 2025).
- 45% das empresas que venderam pela internet venderam para outras empresas; na indústria, 50% (Cetic.br, TIC Empresas 2025).
Tabela-resumo para reproduzir com crédito
A tabela pode ser copiada para relatórios, aulas e reportagens, desde que acompanhada do crédito à Uplaces e às fontes de cada linha. A última coluna diz quem foi pesquisado, e é ela que impede comparar números de populações diferentes.
| Indicador | Número | Fonte e ano | Quem foi pesquisado |
|---|---|---|---|
| Faturamento do atacado distribuidor | 616,6 bilhões de reais em 2025 | Ranking ABAD/NielsenIQ 2026 | 768 empresas, que somam 49% do setor |
| Crescimento real do faturamento | 11% em 2025 | Ranking ABAD/NielsenIQ 2026 | Atacado distribuidor, descontado o IPCA |
| Participação no mercado mercearil | 56% em 2025 (53,7% em 2024) | ABAD/NielsenIQ, 2026 | Mercado mercearil nacional |
| Faturamento por representante comercial | 27% (39% nos modelos com entrega) | ABAD/NielsenIQ, 2026 | Empresas respondentes do Ranking |
| Canal indireto, janeiro a setembro | Faturamento +4,5%, volume +2% | Termômetro ABAD, outubro de 2026 | Canal indireto de bens de consumo |
| Atacado na receita do comércio | 48,7% em 2024 | IBGE, PAC 2024 (2026) | Empresas comerciais do Brasil |
| Pessoas ocupadas no atacado | 2,0 milhões em 2024 | IBGE, PAC 2024 (2026) | Empresas comerciais do Brasil |
| Pequenos negócios que vendem pelo WhatsApp | 82% em 2026 | Sebrae, Pulso 12ª edição | 8,2 mil MEI, micro e pequenas empresas |
| Empresas que venderam pela internet | 68% (indústria 70%) | Cetic.br, TIC Empresas 2025 | Empresas com 10 ou mais pessoas e acesso à internet |
| Venda online por WhatsApp ou chat | 79% (indústria 84%, comércio 85%) | Cetic.br, TIC Empresas 2025 | Empresas que venderam pela internet |
| Venda online para outras empresas | 45% (indústria 50%) | Cetic.br, TIC Empresas 2025 | Empresas que venderam pela internet |
| Indústrias com área comercial digitalizada | 95% em 2024 | IBGE, PINTEC Semestral 2024 | Indústrias com 100 ou mais pessoas |
Estatísticas de vendas B2B e do atacado no Brasil. Compilação da Uplaces com dados de ABAD, NielsenIQ, IBGE, Sebrae e Cetic.br, 2026.
Qual é o tamanho do atacado e da distribuição no Brasil?
Duas pesquisas medem o setor, com recortes diferentes. O Ranking ABAD/NielsenIQ olha o atacado distribuidor de bens de consumo, que abastece mercados, bares, farmácias e o pequeno varejo. A Pesquisa Anual de Comércio do IBGE olha todo o comércio por atacado, inclusive combustíveis e matérias-primas agrícolas. Os números de uma e de outra não se somam.
616,6 bilhões de reais em 2025, com alta real de 11%
Segundo o Ranking ABAD/NielsenIQ 2026, publicado em 13 de maio de 2026, o atacado distribuidor faturou 616,6 bilhões de reais em 2025. O crescimento nominal foi de 17,27%, e o real, descontado o IPCA, de 11% (ABAD, 2026). Responderam 768 empresas, que juntas faturaram 302,5 bilhões de reais e representam 49% do setor. A base de pontos de venda atendidos passou de 1.162.264 para 1.181.640.
O canal indireto chega a 56% do mercado mercearil
A participação do atacado distribuidor no mercado mercearil nacional subiu de 53,7% em 2024 para 56% em 2025 (ABAD/NielsenIQ, 2026). A própria ABAD registra que a NielsenIQ adotou nova metodologia, o Market Track, que amplia a cobertura do estudo; parte da diferença entre os dois anos vem dessa mudança.
Quem depende do atacado para se abastecer
Pelo mesmo levantamento, o atacado distribuidor responde por 95% do abastecimento do varejo tradicional, 85% dos bares, 68% do pequeno e super pequeno varejo, 45% de hotéis, restaurantes e cafeterias, 45% de farmácias e cosméticos e 40% dos grandes supermercados (ABAD/NielsenIQ, 2026). Quanto menor a loja, maior a dependência do distribuidor.
Os modelos de negócio e a concentração
O autosserviço ficou com 36,7% do faturamento, o distribuidor com entrega com 31,3%, o atacado generalista com entrega com 28,5% e o atacado de balcão com 2,7% (ABAD, 2026). Sem o Atacadão, que sozinho soma 30% do faturamento das participantes, o distribuidor com entrega sobe para 44,5%. Apenas 2,9% das empresas atuam no país inteiro e concentram 37% do faturamento, e São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina somam 52,3% (Ranking ABAD/NielsenIQ 2026).
2026: preço sobe, volume quase parado, menos pontos de venda
No Termômetro ABAD, feito com a NielsenIQ/Mtrix, o canal indireto cresceu 4,5% em faturamento de janeiro a setembro de 2026, com alta de 2% no volume, de 2,5% no preço médio e queda de 3,6% no número de estabelecimentos atendidos (ABAD, 20/10/2026). O ticket médio por ponto de venda subiu 8,4%. Até maio, o quadro era mais desigual: faturamento de 4,7% e volume de 0,6% (ABAD, release de maio de 2026). O distribuidor vende mais para cada cliente, e atende menos clientes.
O atacado na estatística oficial: 48,7% da receita do comércio
Na PAC 2024 do IBGE, divulgada em 2026, 1,6 milhão de empresas comerciais ocuparam 10,6 milhões de pessoas e geraram 7,7 trilhões de reais de receita operacional líquida. O comércio por atacado respondeu por 48,7% dessa receita, à frente do varejo, com 41,4% (IBGE, PAC 2024). Os maiores agrupamentos do atacado foram combustíveis e lubrificantes, com 11,5% da receita do comércio, e produtos alimentícios, bebidas e fumo, com 8,2%.
O atacado empregou 2,0 milhões de pessoas, 19,0% do emprego no comércio, com porte médio de 7 pessoas por empresa e o maior salário médio do setor: 2,8 salários mínimos, contra 1,6 no varejo. A taxa de margem de comercialização do atacado foi de 22,0%, contra 38,6% do varejo (IBGE, PAC 2024). O IBGE avisa que a série foi rompida em 2024, com a ampliação da coleta na Região Norte: não compare com a PAC 2023.
Por quais canais o atacado e a indústria vendem?
Representante, loja física, vendedor contratado, WhatsApp, e-mail, site e telefone convivem na mesma empresa. As pesquisas abaixo medem a participação de cada canal sob ângulos diferentes: a ABAD mede o faturamento; o Sebrae e o Cetic.br, a proporção de empresas que usam o canal.
Representante comercial: 27% do faturamento, 39% com entrega
Considerando todos os modelos, as lojas físicas lideraram com 38% do faturamento do atacado distribuidor em 2025, seguidas pelos representantes comerciais, com 27%, e pelos vendedores com carteira assinada (CLT), com 22% (ABAD/NielsenIQ, 2026). Em 2024 o representante era o principal canal. Nos modelos com entrega, o representante responde, em média, por 39% do faturamento; no autosserviço, a loja física fica com 85%.
WhatsApp: 82% dos pequenos negócios vendem por ele
Na 12ª edição do Pulso dos Pequenos Negócios, do Sebrae, com mais de 8,2 mil entrevistas feitas em fevereiro e março de 2026, o WhatsApp alcança 82% dos MEI e das micro e pequenas empresas como canal de venda, um ponto percentual acima de 2024. O Instagram vem em seguida, com 57%; o Facebook caiu para 30%; e a loja virtual própria fica em 10% (Sebrae, 2026). A pesquisa mede quem vende, e o cliente típico do atacado é justamente esse pequeno negócio.
Entre as empresas maiores, o WhatsApp também lidera a venda online
A TIC Empresas 2025 do Cetic.br, com empresas de 10 ou mais pessoas, perguntou por qual canal ocorreu a venda online. Entre as que venderam pela internet, 79% usaram mensagens de WhatsApp, Skype ou chat; na indústria, 84%, e no comércio, 85% (Cetic.br, TIC Empresas 2025). O e-mail vem depois, com 55% no total e 67% na indústria. O site da empresa ficou com 32%, os aplicativos com 22% e os sites de vendas, como Mercado Livre, com 21%.
EDI: o canal das empresas grandes
O intercâmbio eletrônico de dados, o EDI, aparece em 9% das empresas que venderam pela internet, mas sobe para 20% entre as de 50 a 249 pessoas e 22% entre as de 250 ou mais (Cetic.br, TIC Empresas 2025). Quanto maior a empresa, menor o peso do WhatsApp na venda online: 54% entre as de 250 pessoas ou mais, segundo a mesma tabela.
Telefone e televendas
Nenhuma das pesquisas abertas para esta página mede o telefone em separado. O Ranking ABAD/NielsenIQ 2026 cita o telemarketing, ao lado do e-commerce e do marketplace, entre as áreas de investimento em tecnologia esperadas para 2026, sem percentual.
Quanto do B2B brasileiro já vende pela internet?
“Vender pela internet”, nas pesquisas, inclui receber o pedido por WhatsApp ou e-mail. A loja B2B própria, com login e preço do cliente, é uma parte menor desse total.
68% das empresas venderam pela internet em 12 meses
Na TIC Empresas 2025 do Cetic.br, entre as empresas com 10 ou mais pessoas e acesso à internet, 68% venderam pela internet nos últimos 12 meses; na indústria, 70%, e no comércio, 77%. Entre as de 10 a 49 pessoas, a proporção é de 69%, e entre as de 250 ou mais, de 59%.
45% venderam online para outras empresas
Das empresas que venderam pela internet, 45% venderam para outras empresas, 25% para órgãos públicos e 72% para pessoas físicas (Cetic.br, TIC Empresas 2025). Na indústria, a venda para empresas chega a 50%, e entre as empresas de 50 a 249 pessoas, a 58%. Quando a pergunta é o principal cliente da venda online, as empresas são o principal para 37% das indústrias e 19% do comércio, segundo a mesma pesquisa.
Loja virtual própria ainda é minoria entre os pequenos
No Pulso do Sebrae de 2026, 73% dos pequenos negócios usam alguma ferramenta on-line para vender, mas só 10% têm loja virtual ou site próprio, contra 14% em 2021 (Sebrae, Pulso dos Pequenos Negócios, 2026). Na TIC Empresas 2025, o site da empresa aparece em 32% das vendas online (Cetic.br, 2026).
Na indústria, a área comercial já é digital
Na PINTEC Semestral 2024 do IBGE, publicada em 2025 e feita com indústrias de 100 ou mais pessoas, 95% das empresas tinham digitalização parcial ou predominante na área de comercialização, que reúne marketing, vendas e pós-venda, contra 93,8% em 2022 (IBGE, PINTEC 2024). O dado mede uso de informação digital, e não venda pela internet.
Quantos representantes comerciais e vendedores existem?
É a pergunta mais feita e a que tem a resposta menos exata. Cada estado tem o seu Conselho Regional dos Representantes Comerciais, o Core, e não há um total nacional de registros ativos publicado pelo sistema Confere/Cores.
O registro é obrigatório por lei
A Lei 4.886, de 1965, define o representante comercial autônomo como a pessoa física ou jurídica que, sem relação de emprego, faz a mediação de negócios mercantis, agenciando propostas ou pedidos para transmiti-los aos representados (art. 1º). O art. 2º torna obrigatório o registro nos Conselhos Regionais. Quem procura o tamanho da categoria deve consultar cada Core estadual.
42.744 novos registros em um ano
Em texto assinado pelo Conselho Federal dos Representantes Comerciais, o Confere, publicado em maio de 2023, o sistema Confere/Cores informa 42.744 novos registros profissionais feitos em 2022. É o dado nacional mais recente publicado pelo próprio sistema que encontramos. Ele mede a entrada de profissionais, e não o total em atividade.
No atacado, há mais representantes do que vendedores contratados
As 768 empresas do Ranking ABAD/NielsenIQ 2026 informaram 37,2 mil representantes comerciais e 28,2 mil vendedores registrados, além de 257,2 mil funcionários administrativos. O número vale para as participantes, e não para o setor inteiro. Mesmo assim, mostra a proporção: para cada quatro vendedores com carteira assinada, o atacado trabalha com cerca de cinco representantes.
Tecnologia no B2B: três números de base
Antes da inteligência artificial vêm os sistemas que guardam o cadastro, o preço e o histórico do cliente. Três medições recentes mostram onde as empresas estão.
- 89,1% das indústrias com 100 ou mais pessoas usaram ao menos uma tecnologia digital avançada em 2024, como computação em nuvem, internet das coisas ou robótica (IBGE, PINTEC Semestral 2024).
- 36% das empresas com 10 ou mais pessoas usaram um sistema de gestão integrada, o ERP, nos últimos 12 meses; na indústria, 42%, e entre as de 250 pessoas ou mais, 76% (Cetic.br, TIC Empresas 2025).
- 31% usaram um aplicativo de CRM para gerenciar informações de clientes, e 56% entre as de 250 pessoas ou mais (Cetic.br, TIC Empresas 2025).
Os números de uso de inteligência artificial nas empresas brasileiras, por porte, setor e finalidade, estão reunidos na página sobre IA nas empresas brasileiras.
Como ler estes números sem errar
Os erros mais comuns ao citar estatística de vendas B2B vêm de juntar pesquisas que contam coisas diferentes.
Não some ABAD com IBGE
O Ranking ABAD mede o atacado distribuidor de bens de consumo; a PAC, todo o comércio por atacado, inclusive combustíveis e grãos. Os dois números estão certos, para populações diferentes.
Confira a base de cada percentual
No Cetic.br, o WhatsApp aparece sobre as empresas que venderam pela internet; no Sebrae, sobre todos os pequenos negócios pesquisados. Um número alto sobre uma base pequena pode valer menos que um número menor sobre a base inteira.
Respeite a quebra de série
A PAC 2024 ampliou a coleta na Região Norte, e o Ranking ABAD adotou o Market Track. Em ambos, a comparação com o ano anterior pede ressalva.
O que esses números significam para o atacado e a distribuição
Lidos juntos, os dados apontam cinco escolhas práticas para quem vende para empresas.
1. Equipe o representante, que continua no centro
Se mais de um quarto do faturamento passa pelo representante, o que ele carrega no celular importa: catálogo atualizado, tabela de cada cliente, estoque e o histórico do que a loja compra.
2. Trate a mensagem do WhatsApp como pedido
O pedido já chega por mensagem. O ganho está em fazer essa mensagem virar pedido conferido sem que alguém digite tudo de novo no ERP.
3. Cuide da carteira, porque o cliente pede mais e há menos clientes
Com o ticket por ponto de venda subindo e a base de clientes atendidos caindo, perder um cliente custa mais. Acompanhe quem passou do ritmo de compra antes que ele vá para o concorrente.
4. Abra uma loja B2B para quem quer pedir sozinho
A loja própria ainda é minoria. Para o comprador que repete a mesma lista toda semana, entrar com login e ver o preço combinado resolve o pedido a qualquer hora.
5. Integre antes de automatizar
Com o ERP presente em pouco mais de um terço das empresas, o primeiro passo costuma ser ligar o pedido ao sistema de gestão. Automação sobre cadastro desencontrado só acelera o erro.
Como citar esta página
Use o formato abaixo, ou o padrão da sua publicação, e cite também a fonte primária de cada número.
XAVIER, Fábio. Estatísticas de vendas B2B e do atacado no Brasil (2026). Uplaces, 2026. Disponível em: https://uplaces.com.br/estatisticas-de-vendas-b2b/. Acesso em: (data).
Em reportagem: “segundo levantamento da Uplaces com dados da ABAD, do IBGE, do Sebrae e do Cetic.br”, com o endereço da página.
Fontes desta página
Todas as fontes foram abertas na origem em 30/10/2026. Pesquisas citadas só por terceiros ficaram de fora.
Loja B2B, app do representante e pedido por IA no mesmo sistema
Na loja B2B da Uplaces, o comprador entra com login e vê o preço e as condições combinadas com ele, e o representante lança o pedido pelo app de vendas, no celular. O pedido segue para o ERP integrado. Para o pedido que chega por mensagem, a equipe cola ou anexa o texto, a foto, o PDF ou o áudio do cliente na Uplaces IA, que monta o rascunho com o catálogo, a tabela daquele cliente e o estoque e as regras configurados. O item duvidoso volta marcado, e uma pessoa confere antes de o pedido seguir.
Mais sobre IA nas vendas B2B
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Foto, PDF ou áudio do cliente viram pedido, com a tabela e a regra comercial dele.
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Como receber pedidos e atender lojistas no WhatsApp com IA.
O que é MCP
Agentes de IA
IA no WhatsApp
IA para análise de dados
IA nas empresas brasileiras
Glossário de IA
Estatísticas do WhatsApp
Perguntas frequentes
Foi de 616,6 bilhões de reais em 2025, segundo o Ranking ABAD/NielsenIQ 2026, publicado em maio de 2026. A alta foi de 17,27% em termos nominais e de 11% descontada a inflação.
O comércio por atacado gerou 48,7% da receita operacional líquida das empresas comerciais em 2024, segundo a Pesquisa Anual de Comércio do IBGE, divulgada em 2026. O varejo ficou com 41,4%.
No Ranking ABAD/NielsenIQ 2026, os representantes responderam por 27% do faturamento do atacado distribuidor em 2025, e por 39% nos modelos com entrega. As lojas físicas ficaram com 38% e os vendedores CLT com 22%.
O sistema Confere/Cores divulga números por estado, e não um total nacional de registros ativos. O registro é obrigatório pela Lei 4.886, de 1965. Em 2022, o sistema fez 42.744 novos registros, segundo o próprio Confere.
Entre os pequenos negócios, 82% usam o WhatsApp para vender (Sebrae, Pulso dos Pequenos Negócios, 2026). Entre as empresas com 10 ou mais pessoas que venderam pela internet, 79% usaram WhatsApp ou chat (Cetic.br, TIC Empresas 2025).
Das empresas que venderam pela internet, 45% venderam para outras empresas, e na indústria 50% (Cetic.br, TIC Empresas 2025). O total inclui vendas por WhatsApp e e-mail, além de site e aplicativo.
Pode, com crédito à Uplaces e à fonte primária de cada número. A seção Como citar esta página traz o formato, e a tabela-resumo pode ser reproduzida.
Venda para empresas com o preço de cada cliente
Monte a loja B2B com o seu catálogo, convide a carteira e dê ao representante o pedido no celular, integrado ao ERP.
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